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 Vera Faria Leal: 96 5303341 - Centro ALQUIMIA DO SER: Rua Andrade Corvo nº 29 - 3º Esqº. - Lisboa
 
 
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Título: II NÌVEL: APROFUNDAMENTO
Subtítulo:  AVALON: METÁFORA DE APRENDIZAGEM E INICIAÇÃO
 II NÌVEL: APROFUNDAMENTO
Descrição:

 CURSO ALQUIMIA DO SER II©
©Direitos reservados.
Inicia em 15 Setembro em Lisboa.

VEJA O VIDEO-INSPIRAÇÃO EM:

http://www.verafarialeal.com.pt/central/vfl/x11yv15w.htm 

Curso Vivencial de Aprofundamento
Inspirado na Roda do Ano celta e nas tradições do Divino Feminino.
De 15 Setembro a 13 Julho 2010. Todas as terças das 19H00 às 21H00, Lisboa

- Requisito: já ter tido a vivência do Método Louise Hay.


– O curso vai incluir no curriculum actividades extra sala, tais como caminhadas na natureza, visitas a eventos específicos, ou outras que ainda não podemos apresentar.
- Está prevista uma segunda Viagem a Avalon (em breve disponível resumo em vídeo sobre a MARAVILHOSA viagem de Julho 2009), de fim de curso, no final de Julho. Será um misto de peregrinação espiritual, de comunhão, de festa e de celebração do Divino Feminino e da Vida. Esta viagem começará a ser preparada e divulgada em Outubro.


- Inscrições do Curso: As inscrições serão aceites, por ordem de chegada, até ao número limite de participantes. Mensalidade: 60 euros para novos participantes; 50 euros para os participantes vindos do 1º ano. Contactar por favor Vera Faria Leal (965303341).

- Este curso acompanhará as estações: As transformações do ciclo energético da natureza, manifestadas pela variação das estações influenciam as nossas vidas. Assim, permitiremos que a Alquimia da natureza nos introduza na Alquimia do Ser. A sincronicidade do exterior com o interior, fortalece o nosso propósito e potencia os resultados desejados.

A ALQUIMIA DO SER AO LONGO DAS ESTAÇÕES DO ANO, NUM CICLO GESTACIONAL DE 9 MESES ( a duração do curso)


Setembro : Equinócio de Outono
Neste período o dia e a noite estão em equilíbrio e a partir daqui o Sol vai-se aproximando do seu ponto mais baixo, tornando a noite mais comprida.
O festival das colheitas é realizado em agradecimento à Deusa Mãe, por nos ter proporcionado uma colheita fértil que nos dará alimento durante o inverno.
Celebramos todas as bênçãos, agradecemos todas as conquistas, reconhecemos a nossa abundância.
31 de Outubro a 1 de Novembro: Samhain- Nigredo
Gradualmente a noite é mais longa e na sua escuridão húmida é chegado o momento de entrarmos e trabalharmos no mundo das sombras, das memórias, do inconsciente. De olharmos as dores, os vazios, as carências, os apegos e de aprender a renúncia que eleva.
Dezembro: Solstício de Inverno
O frio da primeira respiração de inverno, envolve a Terra que se recolhe. Este é o momento propício para nos recolhermos dentro de nós mesmos, para reflectir e desenvolver as nossas habilidades psíquicas, os nossos sentidos internos.
Natal

O sol está no seu menor grau, é a noite mais longa do ano. No seio da escuridão, há uma esperança na renovação Solar contida na simbologia da Criança Divina. Honra-se a Deusa Mãe - Maria que dá à luz o seu filho, o Sol. É tempo de comemoração pelo renascimento da Luz. Decoram-se as casas, acendende-se o fogo da lareira e destaca-se a Arvore que representa a resistência à morte (simbolizada pela escuridão e o frio do Inverno).

1 de Fevereiro: Imbolc-Albedo
No seu caminho pelos céus o sol vai crescendo e ficando mais forte; ainda é Inverno mas a vida recomeça a florescer; nas casas são acendidas velas para acelerar a partida do Inverno e a chegada da Primavera. É um período de renovação, limpeza e purificação anual das casas deitando fora tudo o que é velho. Também dentro de nós se purifica, depura, “queimando” os velhos hábitos, relacionamentos, palavras, pensamentos, que já não servem o novo ser em Alquimia. É o início da lavagem alquímica.

Março: Equinócio da Primavera
Citredo
No dia do Equinócio é altura de ir à Árvore dos Antigos e honrar a Deusa viva: Deusa Luminosa, fértil, poderosa. Os dias começam a crescer mais solares e amenos. Tudo na Natureza começa a vivificar, a aquecer, a expandir, a crescer. Sendo altura de vivificação e rompimento, é altura de "deitar fora" as restrições do Inverno ido, de largar frustrações e pesares, planear e tentar alcançar aquilo que queremos para nós próprios.
A celebração ao emergente, ao movimento ascendente, não é só desejo é também acção! As sementes germinam, novas plantas despontarão e tornar-se-ão visíveis acima do solo, flores despontam, aguaceiros alimentam a Terra, crias de animais saem das tocas para se alimentarem dos primeiros pastos e rebentos... E é o mesmo connosco! Sentimo-nos capazes de aceitar riscos, acabar o que estava pendente, renovar a casa e o visual, passar da teoria à acção, fazer as coisas acontecerem. Existe latente um poder de excitação e alegria que despertaremos, acompanhando o crescimento da Deusa.

30 de Abril a 1 de Maio: Beltane

Celebração da fertilidade e da união. A terra, de novo aquecida pelo retorno do Sol, palpita de vida. É tempo de revigorar os Relacionamentos e de renovar os nossos votos com a própria Vida. É tempo de agirmos para irmos mais longe, expandirmos os nossos horizontes na paisagem da nossa existência. Os antigos usavam grinaldas feitas de verbena e rosmaninho e faziam procissões com tochas acesas ao redor dos campos cultivados, para os Deuses os abençoarem.

Junho: Solstício de Verão
Rubedo
Celebram-se com Festivais as primeiras colheitas – a Colheita do Grão; faz-se a Mãe-de-milho que era entrançada em forma de coroa e vestida tal como uma mulher; é o grão desta trança que será plantado nos campos do próximo ano... Faz-se o elixir doirado da cerveja ou, na Gália, a Cidra.
É a culminação da Obra. Não somos mais os mesmos e é com essa mudança que prestamos o nosso tributo ao Cosmos-natureza que nos deu o seu corpo para habitarmos e para Nele nos Iluminarmos.

Da Obra Alquímica que representa o processo do Auto-conhecimento:
O processo alquímico interno acontece várias vezes na nossa vida e envolve várias áreas: pode acontecer, por exemplo, relacionado com a vida afectiva e noutro momento da vida, ligado à relação com os filhos, com a saúde, com a carreira, ou até mesmo ser global e profundo envolvendo vários aspectos ao mesmo tempo. Seja como for, teremos que passar pelas quatro fases até o processo ser resolvido e ficar completo.
Para completar o processo alquímico que traz a verdadeira libertação interior, é necessário passar pelas quatro fases. Este curso pretende desenvolver estes conceitos para conhecer as 4 fases por que passam todos os processos de transformação nas nossas vidas e identificar a etapa onde se encontra e assim melhor poder levar até ao fim a Obra da sua Vida. Serão fornecidos exercícios e chaves para cada uma das quatro fases. Estas 4 etapas serão relacionadas com as 4 estações, na espiral desdobrada do tempo, durante os 9 meses gestacionais do curso.
Os alquimistas empregavam uma linguagem simbólica para falar de uma realidade interna que surgia no processo de transmutação dos metais com os quais lidavam em seus laboratórios. Enquanto trabalhavam para obter o ouro – ou a pedra filosofal – produzia-se também uma enorme modificação interna, que acompanhava paralelamente todas as fases feitas em laboratório e culminava com a transmutação do alquimista. Ele próprio se tornava uma pedra filosofal, alguém cujo interior brilhava e reluzia como o ouro. A Pedra filosofal é a união transcendente no interior de cada um de nós. Este Curso pretende promover essa Alquimia Interna, a demanda do ouro interior!

ALQUIMIA DO SER II

AS DEUSAS EM CADA MULHER – REGRESSO A AVALON

UMA JORNADA INTERIOR PELA ALMA FEMININA


“Entra nas brumas de Avalon, onde A Deusa se compraz na natureza...”
A Taça simboliza o poço interno de sabedoria, um santuário em nós onde podemos recolhermo-nos e escutar a voz da Alma...

A Alma feminina tem um caminho bastante distinto do Caminho do Guerreiro. Ela é a Guerreira do Arco Íris que irradia no seu corpo, Deusa dos mistérios do sangue, da vida-morte-vida. Elá é a Lua em todas as estações, que sente no corpo e na Alma. Ela contém em si mesma a verdade do seu Graal interno, fonte de onde ela se fortalece.

“Quando a mulher descobre a sua beleza interior, ela passa a exalar essa beleza de uma forma plena e total. Nada pode ser mais bonito e divino do que ver esta essência transbordando nos seus olhos, em cada gesto, em cada palavra. É uma dança divina, é um presente do Universo!“Vipassana.

OS ARQUÉTIPOS DO FEMININO
VAMOS RESGATAR PEDAÇOS PERDIDOS DA NOSSA ALMA. CONHECER AS DEUSAS QUE NOS HABITAM
Senti-las, vivê-las, identificá-las no nosso quotidiano. Aprender-lhes a sabedoria, e com elas dançar na Roda do Ano Celta, as 8 estações da natureza e das Deusas.

AS DEUSAS, OS QUATRO ELEMENTOS E A RODA DO ANO:

RITUAIS DE INICIAÇÃO PARA CADA ESTAÇÃO:

O FOGO – Lammas (Verão)
A TERRA – Beltane (Primavera)
A ÁGUA – Shammain (Outono)
O AR – Imbolc (Inverno)

OS MITOS E A CHAVE DO LABIRINTO DA VIDA:

O mito de Psique e Eros, adentrar a floresta e as 4 provas da Heroína-guerreira:

1 -Aprender a amar: confiar na nossa capacidade de seleccionar, avaliar,
Ligarmo-nos à intuição, sentidos e sabedoria inata
Reforçar a capacidade de escolher
Sair da fusão cega com o outro, aprender a vermo-nos nas relações

2 -Aprender a lidar com as forças destrutivas, com a auto-agressão.
Abandonar a competição, a vingança, a agressão.
Aprender a arte de se relacionar

3 - Relacionar-se com a sua Sombra,
O seu vazio, as suas memórias dolorosas,
A sua metade desconhecida, inconsciente, as suas trevas e abismos.

4 -Aprender a dizer “não” a situações insidiosas, destrutivas.
Aprender a aceitar o fim de algo, de uma relação, de uma situação.
Aceitar que é preciso “morrer” para o antigo, para se renascer para o novo.


Apurar a visão do que queremos, para o alcançar
Aprender a perceber os nossos padrões e a agir decisivamente por nós mesmas
Aprender a manter uma visão panorâmica dos acontecimentos, sem que as emoções nos controlem

Fazer espaço para o perdão e a compaixão,
Para QUE O AMOR E PSIQUE, EROS E A ALMA, possam permanecer juntos.

A mulher na floresta: rituais de passagem que ajudam a fazer a travessia no deserto. O Mito de Inana: o despojamento do falso eu, o abraço do Todo em MIM, a cura das feridas emocionais, e renascer do Amor próprio.

Olhar o Medo nos olhos:
Não devo temer. O medo é o assassino do Real, é a pequena-morte que oblitera o Ser. Eu enfrentarei o meu medo. Permitirei que ele passe através de mim e quando se for, eu olharei, com a minha visão interna, o seu rasto. No espaço vazio que ele deixou, nada existe afinal... Só eu permaneço!

A maçã doirada da discórdia, ou a maçã sedutora da tentação?
Como me sinto? Como me trato? Como me dou? Como me vejo? Quem sou?
Dança Salomé!

Escolher o melhor para mim. Saber entrar e sair da floresta da crise, da dor ou da perda – renascida, viçosa, redescoberta, depois de feitas as melhores escolhas para a minha Alma.

“Minha Alma e minha consciência, dentro do qual Eu estou incluída, como uma ilha no meio das ondas, como uma estrela no meio do céu!”

Honrar os ancestrais, aceitar o privilégio de ser a geração que empunha a espada da Verdade interna e que sacraliza a Taça do Graal da Deusa-Mulher que somos.

Desenvolver a fecundidade da Alma feminina, honrar a sua linguagem, sacralizar o seu sangue da Vida, desenterrar os seus rituais milenares, dançar com os lobos na Lua Cheia, internalizar na caverna do Urso na Lua Nova, mudar a pela da cobra no Shamain. A Mulher é terra, lua, xamã e força-natureza.

Entrar repetidamente no Castelo da Alma.
Nutrir-se de silêncio, de beleza e de doçura.
Nutrir-se do riso das outras mulheres, suas irmãs.

Ser maga do Amor, Musa de si mesma, Afrodite do ser amado.
Recolocar o seu fogo dentro e no centro de Si-Mesma, onde ele pertence.

Ser o vaso da sabedoria feminina, a Alquimista da própria dor, a transmissora do conhecimento dos mistérios da Vida e da terra.
“Enche a tua taça de rosas, a tua taça de cristal. Senta-te na janela a nascente. Toma o sol nas tuas mãos como uma bola de cristal radiante e medita na beleza da tua existência. A beleza de existires... simplesmente!”

Mulher curada, inteira, moldada pelas próprias mãos à imagem e semelhança da Luz da sua Alma.
Assim, é sacerdotisa da esperança, símbolo da Primavera, fonte por onde brotam as águas da Vida.

Lavada no rio dos mistérios da Vida, que lhe corre nas veias, ela pode tonar-se o emblema vivo de todas as iniciações espirituais. Desde a Core, a donzela, passando pela Mãe, à Anciã, dela serão as Chaves do Amor Maior que conduz à eternidade.

Celebrar o ritual dos círculos de mulheres e todos os rituais de iniciação do FEMININO (desde as mudanças do corpo, às alterações dos afectos, dos desejos, do sentido da vida) que nos reforçam, curam, inspiram e fazem resgatar a magia da nossa Alma.

A Mulher seguiu o apelo se si mesma. Avançou corajosa pela espiral que contornava o precipício. Invocou os quatro elementos do ventre da Deusa e saiu vitoriosa, ao encontro de si – transformada. Resgatada a encarnação, fundida com o mistério maior, está pronta para ser criadora de universos.

Eu sou Água. Sou o Oceano que abraça a profundidade e o fôlego do mundo. Eu sou as profundezas indizíveis, o mistério não revelado, o eco das idades amarando na costa da Consciência Colectiva; do Espírito. Sou parte do que É, Foi e Será. Eu Sou Água. Sou a torrente e a força do propósito. Sou a correnteza irresistível conduzida pela força da pura vontade do coração. Eu Sou Água. Eu Sou Lágrimas. Eu vivo na melancolia e na alegria. Eu sou o caminho interior, o paradoxo, e vivo na cura como na dor. Eu Sou Água e sou eu que anseia por se escoar em ti. EU Sou...Mulher!


CRÉDITOS DO VIDEO:
Textos: Vera Faria Leal : harmoniaviva@gmail.com
http://www.verafarialeal.com.pt
http://www.verafaria.interpt.com
Fotos: modelo – Angela Harper
Música: Arthas Destiny - Loreena McKennitt
Realização vídeo: Miguel Peixoto

 

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